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O acabamento galvânico e a vida útil do sistema de geração fotovoltaico
Postado 19/03/2019 14:18:13

O acabamento galvânico e a vida útil do sistema de geração fotovoltaico

Além da eficiência, para ser viável economicamente um sistema de geração fotovoltaico, deve-se levar em consideração a durabilidade dos equipamentos utilizados. Por se tratar de um investimento cujo retorno ocorre a médio e longo prazo, durante a elaboração do projeto é preciso ficar atento a detalhes, que se passarem despercebido podem gerar uma série de transtornos no futuro. O acabamento das estruturas que sustentam as placas fotovoltaicas, por exemplo, pode ser decisivo para determinar o tempo de vida útil do sistema. Dependendo do ambiente, das condições climáticas e da presença de elementos desencadeadores de processo de corrosão atmosférica no ar (umidade, temperatura, poluição, salinidade, arraste de areia pelo ar, entre outros), sem um acabamento adequado o aço que compõe a estrutura torna-se altamente suscetível à deterioração.

Figura 01 – Processo de corrosão atmosférica.

Na Romagnole a preocupação com a durabilidade das estruturas para geração fotovoltaica é uma constante durante todo o processo produtivo. Todas as estruturas fabricadas pela empresa passam pelo processo de galvanização a fogo. Dessa forma, garantimos a vida mínima da camada de zinco por 25 anos contra corrosão em ambiente classe C3 (segundo NBR14643 e ISO 9223), tempo este equivalente à durabilidade das placas fotovoltaicas. Após este período o produto pode ser submetido a um novo processo de zincagem, que estende sua vida útil por pelo menos mais 25 anos (processo de reforma). A durabilidade se torna ainda maior quando, além da galvanização, o cliente opta por revestir a estrutura com uma camada de tinta epóxi ou equivalente (segundo norma ISO 12944-5).

Tabela 01 – Tipos de agressividade ambiental e vida útil estimada para a camada de zinco de 75 μm de espessura.

Figura 02 – Alguns indicativos de ambientes corrosivos no Brasil.

Embora possam apresentar um custo um pouco mais elevado quando comparados às estruturas com acabamento que não se baseia na proteção galvânica, os produtos galvanizados a fogo apresentam uma série de diferenciais que merecem ser observados. Ao contrário do que ocorre com a pintura, que geralmente acontece no local onde o sistema será instalado e não segue critérios técnicos rígidos, o processo de galvanização feito pela Romagnole em suas estruturas é executado em conformidade com as normas NBR 14643, ISO 9223 e NBR 6323. Além disso, o padrão da zincagem é aferido por um rigoroso controle de qualidade que inclui ensaios de salt spray (névoa salina), aderência e espessura da câmara de zinco.

Figura 03 – Fluxograma do processo de galvanização a fogo.

Este tipo de acabamento também se destaca pela capacidade regenerativa do zinco que continua protegendo a estrutura mesmo que algum impacto ou atrito danifique superficialmente o revestimento (áreas de até 1cm2). Nas estruturas pintadas, danos desta natureza na camada de proteção expõem o aço e abrem espaço para que a umidade e os elementos eletricamente condutores iniciem o processo corrosivo. Já com acabamento galvanizado a fogo, por ser um metal mais nobre o zinco desencadeia uma reação química e em pouco tempo recompõe a proteção na área afetada.

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